Alunos do LAR são aprovados na Emesp Tom Jobim

Graças à formação e apoio recebidos, Murilo, Nicolly e Giovanna estão realizando o curso de iniciação em viola erudita na instituição que é referência em educação musical

Entre os projetos que o LAR oferece para o desenvolvimento cultural, cognitivo, físico e emocional de seus alunos, contribuindo para a formação integral e cidadã e favorecendo a inserção social desses jovens, está o “Regendo sonhos para transformar vidas — Artes Integradas”. A iniciativa inclui oficinas de músicas, em que as crianças e os adolescentes aprendem a tocar instrumentos, fazem aulas de musicalização e coral e participam da Orquestra Experimental do LAR.

Neste ano, três alunos da oficina de viola — os irmãos Murilo, de 10 anos, e Nicolly, 12, e Giovanna Martins, 12 — foram aprovados no processo seletivo para o curso de iniciação em viola erudita da Emesp Tom Jobim, a Escola de Música do Estado de São Paulo. A instituição, pública e gratuita, é referência no ensino musical e reconhecida por sua excelência.

“O ingresso na Emesp foi a realização de um sonho. Eles não tinham nenhum contato com a música anteriormente, mas, graças ao projeto, foram pegando o jeito, se apaixonando pela música e resultou nisso”, diz Rosana de Magalhães Florentino, mãe das crianças.

Ela conta que os filhos começaram a se interessar por música e por aprender um instrumento por meio do LAR. “Não tínhamos condições de colocá-los em um curso como esse. Assim que começaram a conhecer e a frequentar as aulas, há mais de dois anos, passaram a gostar muito”. Além de viola, Murilo também faz aulas de aikido, dança e xadrez no LAR.

Segundo a mãe das crianças, a ideia de inscrevê-los na Emesp contou com o incentivo da professora de viola. “Ela disse que era uma oportunidade para eles aprenderem mais e se aperfeiçoarem, pois têm talento e não custava tentar uma vaga. Fizemos as inscrições pela internet e gravamos e enviamos os vídeos em que eles se apresentavam com os instrumentos e também contavam a sua experiência”. Na avaliação, são considerados o conhecimento musical, além da aptidão e potencial para acompanhar o curso.

As aulas na Emesp já começaram. Rosana diz que eles estão gostando e aproveitando muito. “Até no online está sendo produtivo, pois eles têm muita vontade e garra. Quando voltar para o presencial, acho que vão avançar ainda mais.”

De acordo com Rosana, um fator importante para o acompanhamento das aulas, tanto as do LAR como as da Emesp, tem sido o empréstimo de instrumentos que o LAR proporcionou para os alunos durante a pandemia. “Graças a esse empréstimo, eles puderam manter o aprendizado, seguir as propostas online e treinar em casa. E agora estão usando os instrumentos para a Emesp que, por enquanto, também está acontecendo no formato remoto.”

Ela destaca a atuação ampla do LAR nos diferentes aspectos que contribuem para a formação das crianças. “Sou muito grata por tudo. Na pandemia, por exemplo, as atividades os ajudaram a manter o foco e a não ficarem tão ansiosos em casa. E também tem toda a questão do conhecimento e do desenvolvimento cultural, físico e emocional, de melhorar a comunicação e ter mais responsabilidade. Vejo que eles estão se desenvolvendo e conseguindo lidar melhor com tudo. E se não fosse o projeto, eles não estariam vivendo isso — talvez nem saberíamos que eles têm jeito para a música”.

Para conhecer mais sobre o trabalho realizado no LAR, acesse o nosso site: www.bencaodivina.org.br

Caso queira contribuir com este trabalho na forma de doação, acesse: lar.colabore.org

O que nos move é promover a educação, a cultura e o esporte, rompendo barreiras sociais, construindo um futuro mais digno para todos.

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